Uso pediátrico de antraciclinas e cardiotoxicidade: Revisão de novos métodos de rastreio e terapêutica a propósito de um caso clínico
DOI:
https://doi.org/10.57678/rpo.8Palavras-chave:
cardiologia pediátrica, oncologia, antraciclinas, toxicidade cardíaca, rastreio cardiovascularResumo
Actualmente, o aumento progressivo da esperança média de vida de crianças com neoplasia leva também ao aumento da incidência dos efeitos secundários potenciais da quimioterapia. Alguns dos fármacos mais usados continuam a ser as antraciclinas, que são tóxicas para o miocárdio. Não obstante o seu aperfeiçoamento com a introdução de compostos lipossómicos, continua a ser necessário definir métodos de rastreio e tratamento precoces para esta toxicidade. Apresentamos o caso de uma criança com disfunção miocárdica de provável causa mista (choque séptico e toxicidade por antraciclinas) com boa recuperação após terapêutica precoce, e revemos a mais recente literatura acerca deste tema.