Uso pediátrico de antraciclinas e cardiotoxicidade: Revisão de novos métodos de rastreio e terapêutica a propósito de um caso clínico

Autores

  • João Rato Serviço de Cardiologia Pediátrica, Hospital de Santa Cruz – Centro Hospitalar Lisboa Ocidental, Lisboa, Portugal
  • Mónica Rebelo Serviço de Cardiologia Pediátrica, Departamento de Pediatria, Hospital de Santa Maria (CHLN), Centro Académico de Medicina da Universidade de Lisboa
  • Agostinho Gomes Serviço de Cardiologia Pediátrica, Departamento de Pediatria, Hospital de Santa Maria (CHLN), Centro Académico de Medicina da Universidade de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.57678/rpo.8

Palavras-chave:

cardiologia pediátrica, oncologia, antraciclinas, toxicidade cardíaca, rastreio cardiovascular

Resumo

Actualmente, o aumento progressivo da esperança média de vida de crianças com neoplasia leva também ao aumento da incidência dos efeitos secundários potenciais da quimioterapia. Alguns dos fármacos mais usados continuam a ser as antraciclinas, que são tóxicas para o miocárdio. Não obstante o seu aperfeiçoamento com a introdução de compostos lipossómicos, continua a ser necessário definir métodos de rastreio e tratamento precoces para esta toxicidade. Apresentamos o caso de uma criança com disfunção miocárdica de provável causa mista (choque séptico e toxicidade por antraciclinas) com boa recuperação após terapêutica precoce, e revemos a mais recente literatura acerca deste tema.

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Publicado

2020-03-31

Como Citar

Rato, J., Rebelo, M., & Gomes, A. (2020). Uso pediátrico de antraciclinas e cardiotoxicidade: Revisão de novos métodos de rastreio e terapêutica a propósito de um caso clínico. Revista Portuguesa De Oncologia, 3(1), 28–31. https://doi.org/10.57678/rpo.8

Edição

Secção

Casos clínicos